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quarta-feira, 2 de março de 2011

Para mais tarde recordar

Esta semana consegui uns minutos livres para fazer um quadro que tinha na cabeça para o quarto da L.

Foi muito simples de fazer: a moldura é do Ikea e é daquelas tipo caixa; o fundo recortei de um saco de presente que lhe tinham dado e que guardei porque gostei muito; e a chucha foi a 1ª chucha dela, que é personalizada - tem o nome dela! Colei a chucha e o laçinho com aqueles autocolantes de dupla face que servem para colar as fotografias em albuns.


Gostei muito de resultado! E vocês?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Próximas arrumações



Infelizmente, e ao contrário do que desejava, não consegui ter o quarto da minha princesa pronto antes dela nascer...

Primeiro implicou uma enorme logística de desmontar o nosso escritório e encontrar soluções de arrumação pelo resto da casa. Depois, como optámos por mandar restaurar a minha mobília de quarto de solteira, foi preciso esperar mais tempo do que inicialmente estava previsto. E o repouso forçado nas últimas semanas de gravidez também não ajudou.

A mobília só chegou na semana em que regressei para casa vinda da maternidade (o jeito que deu andar a fazer mudanças nessa altura!...). Como imaginam os dias que se seguiram até hoje não têm sido fáceis e o tempo para tudo o que não seja relacionado com a bebé é escasso, quase nulo.

Por isso, e embora já se vá compondo aos poucos, o quarto continua por terminar.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Protecção


Quando nos tornamos mães o nosso maior instinto é o de protecção... Por isso nada melhor do que termos uma "ajudinha" para proteger os nosso filhotes!


Esta medalha do Anjo da Guarda sempre esteve na minha cama, desde que nasci até me casar. E antes disso pertencia à minha Mãe. Agora está no berço da minha filhota. Será que um dia passará para um neto meu?

E é engraçado que há pouco tempo estávamos a ver as coisas de bebé do meu pai e da irmã e descobrimos uma medalha igualzinha que era da minha tia! Ela deu-a à minha irmã!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sopinha de tomate

Como a maioria dos meus cozinhados, sempre que faço sopa de tomate improviso a receita... Ou não tivesse aprendido eu a cozinhar "a olho", com uma excelente cozinheira que quando eu lhe perguntava quantidades, refilava entre dentes! Eheheh! A mesma que achava que quando as meninas estavam com a "história" os cozinhados saíam mal, ou quando alguém entrava na cozinha enquanto se estava a fazer alguma massa, a massa já não ia sair bem! E se lhe perguntávamos o que ia ser o jantar, a resposta era: línguas de perguntador! Que saudades!

Mas desta vez resolvi procurar uma receita "à séria" para fazer a sopa de tomate quentinha que me apetecia para o jantar. E neste site encontrei mais uma boa receita para a minha Bimby, a guardar e a repetir!

A minha adaptação: como usei tomate em lata, só usei uma lata pequena (julgo que de cerca de 400g), por isso só pus uma cebola, 2 dentes de alho, cerca de metade do azeite e um caldo de galinha. Usei à mesma uma batata, mas pequena. No fim, quando bati tudo achei bastante grossa e por isso adicionei mais água (a olho!!!), para além das 400g.

A única crítica: não pus sal, porque a receita não dizia e porque já levava o caldo, mas acho que uma pitadinha ia tornar a sopa mais saborosa.

Nota: Com estas quantidades não enche a Bimby até ao fim (ou seja, até à última 'bolinha' do copo), mas fica na penúltima 'bolinha'.

PS - Cada vez mais reparo que tomate é um dos ingredientes mais usados cá em casa e que nunca falta nem no frigorífico (fresco - normalmente chucha ou de rama), nem na despensa (pelado e em polpa). 

Boa semana!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Marmelada acabada de fazer

Nunca tinha feito marmelada... Por um motivo muito básico. A receita da minha Mãe é a da panela de pressão e eu não sei mexer nela (nem quero aprender).
No ano passado quem se aventurou e me fez uma surpresa foi o maridinho. Este ano a nossa empregada trouxe-me marmelos da terra e nós já tínhamos feito alguns cozidos com açucar e canela - já experimentaram?! Fica óptimo! Mas os restantes estavam a estragar-se e hoje quem se lembrou de experimentar a receita da Bimby fui eu! É tão simples, faz tudo sozinha. Só precisamos de cortar os marmelos e lavá-los, mais nada!!!


Marmelos lavados e cortados aos pedaços, com casca 

Marmelos, limão e açucar triturados na Bimby, antes de cozer

Marmelada acabada de fazer!!! Hmm!!!

Hoje o lanche soube-me à minha infância! Quando em casa da minha avó comia pão fresco com marmelada molinha e clarinha, como a minha ficou.

Agora só falta comprar as nozes, para comer à colherada, como sobremesa!

domingo, 24 de outubro de 2010

Mais pormenores


Afinal de contas, não tenho assim muitas fotografias da casa... A um sítio onde voltamos sempre não nos ocorre por vezes andar a fotografar... Mas aqui ficam mais alguns pormenores desta casinha tomarense.

O corredor. Grande, à volta de toda a casa, onde quem não conhece anda perdido às voltas! :-) Tem paredes de estuque pintado, marmoreado. Só já mais crescida é que percebi que as paredes não eram de pedra, mas sim desta técnica de pintura já rara.

As portas. De madeira. Com as ferragens antigas e os puxadores de porcelana. Tal como os interruptores, que sempre adorei!

sábado, 23 de outubro de 2010

A sala do piano


E esta semana, as recordações e as saudades de Tomar fizeram-me ir procurar mais fotografias da casa para mostrar aqui. E porque é que acho que faz sentido? Porque é uma casa que, embora envelhecida e a precisar de algumas restaurações, é também uma alegre casinha, cheia de pormenores que fazem a diferença, com acabamentos muito especiais, que nos remontam à 70 anos atrás.

E foi nesta sala, a que chamamos agora sala do piano, que a minha avó e o meu avô fizeram o seu copo d'água, há mais de 50 anos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Entre por essa porta agora...

E já que aqui falei da casa de Tomar, aqui fica mais um bocadinho desta casa onde sempre me senti, e sinto, tão bem - a entrada. Com os seus mosaicos hidráulicos, os tectos altos e trabalhados, os painéis de madeira e a porta para as escadas.


Sempre me senti uma privilegiada por esta casa ser da minha família, pois sempre a achei tão bonita...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Tomar - Cidade do coração

Tomar é a minha "cidade do coração", como já o referi aqui no blog. Era a cidade da minha avó materna e, para além de ser um cidade histórica, rica em património e... linda, sempre significou para mim momentos felizes. Momentos de reunião familiar. De recordações bonitas.

E para tudo isto contribui a casa em que a minha avó Helena nasceu e viveu até casar, e que ainda hoje é mantida pelo meu avô. Uma casa classificada como património arquitectónico, mandada construir pelo avô da minha avó, em frente da qual muitos turistas param a tirar fotografias. Uma casa grande, onde é possível reunirmo-nos todos (agora já não todos, pelo menos a dormir, com a família cada vez maior).


E porque é que hoje é que me deu para estas recordações?!?! Porque é Outono, época em que a cidade é tão bonita. Porque é Outubro, mês da Feira de Sta. Iria ou Feira das passas. E porque não vou conseguir lá ir... Com muita pena minha. Lembro-me tão bem de irmos a Tomar sempre por esta altura, de passear na feira com os meus pais e os meus avós, de comprar colares de pinhões, castanhas assadas, os primeiros marmelos no ano, para a marmelada, amêndoas, nozes...

Esta feira realiza-se há 382 anos, por ordem do Rei D. Filipe III de Portugal, o que faz dela um dos mais antigos certames ainda a ser cumprido em Portugal. Ver mais aqui.

Quem estiver por perto, há festa na cidade até 26 de Outubro. Comam uma castanhita por mim! :-)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Valsinha


Um dia, ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu
E o dia amanheceu
Em paz


Chico Buarque / Vinícius de Morais.

Boas recordações. Boas energias. Boas vibrações.Tudo aquilo que preciso hoje.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Recordar | Regressar | Recomeçar

Depois de uma grande pausa, de tirar umas grandes (e merecidas) férias - do trabalho e do blog, estou de volta. E com vontade. Com vontade de voltar a postar, de alterar coisas na nossa casinha, de acabar algumas já começadas (como a tão falada reformulação da sala, que está a meio...), de voltar a pegar em projectos antigos, de experimentar novos sabores na nossa cozinha, de fazer, de sentir... de viver! Cada momento.

As férias este ano foram excelentes. Simples e retemperadoras. Não fiz nada de especial, e foi isso que fez das férias um momento  tão especial. De convívio, de família, de descanso (e boas sestas... que saudades!), de dolce fare niente, de leituras, de praia (MUITA praia!), de calor (até demais), de água do mar TÃAAO boa... Foi tempo de recarregar baterias, de me (nos) encher de energia - que tanta falta me fazia, de descansar para mais um ano e para novos desafios.

Seja em locais diferentes ou no mesmo local de sempre, com as mesmas pessoas e os mesmos hábitos, cada Verão é único e para recordar. Cada um deles é "o" Verão das nossas vidas. Até ao seguinte! :) E são as recordações de momentos bons que nos ajudam a superar o Inverno, os dias cinzentos, as tribulações de mais um ano de trabalho.

Regressada há mais de 2 semanas, é tempo de recomeçar. Vamo-nos encontrando por aqui e por aí, por essa blogosfera cheia de bons blogs e pessoas encantadoras e criativas, com vontade de viver e celebrar a vida.


A minha mãe e os meus tios em Sagres, em 1965
Adoro estas fotografias antigas!

sábado, 24 de julho de 2010

Pormenores menorquinos

Há alguns pormenores que marcam Menorca. Cada pessoa, concerteza, reparará em detalhes diferentes. E se visitarmos a Ilha mais do que uma vez, acharemos graça a pormenores diversos, sem dúvida. Mas houve três pequenos pormenores que achei graça nesta nossa viagem.



O primeiro foram os portões típicos de Menorca. Em qualquer casa, moderna ou rústica, velha ou nova, a maior parte dos menorquinos continuam a adoptar estes portões típicos, bem como as vedações semelhantes.







Outro foram os algerozes feitos com telhas. Achei tão original! E o que reparei é que mesmo em construção novas continuam a usar este esquema. É tão mais engraçado que os tubos de PVC que se vêem por essas fachadas fora...



E por fim as Abarcas - que não comprei!... Estes sapatos típicos menorquinos, elaborados em pele e com sola de pneu são usados por homens, mulheres, velhos, novos e crianças. Num estilo mais casual ou mais formal. E o que é engraçado é ver os turistas (famílias inteiras) a passear já com as abarcas calçadas. :-)


Eu com as minhas indecisões deixei para depois e vim sem elas. E tudo por causa da escolha da cor...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

De volta a casa

Este título significa duas coisas:

- Primeiro, que regressei ontem à minha alegra casinha, já na companhia do maridinho, que esteve fora em trabalho - e soube bem voltar à nossa casa.

- E depois que na semana que passou voltei a "casa", ou seja, à casa dos papás! Porque a casa dos nossos pais é - e será sempre - a nossa casa, mesmo quando já temos uma a que chamamos de nossa. Não dormia na casa dos meus pais desde que me casei, já faz algum tempinho... Mas por umas noites voltei ao meu quartinho de solteira.

E devo confessar que ambas as coisas me souberam bem.

Por um lado soube-me muito bem voltar a casa dos meus pais e da minha irmã, foi bom dormir no meu quarto de sempre, ouvir os passarinhos de manhã, estar rodeada de verde, sair de casa para trabalhar naquela rua que sempre gostei, calma e luminosa, passar pela Blacky deitada ao sol, comer os cozinhados da minha Mãe, e - um pormenor mais prático - arranjar-me numa casa-de-banho com luz natural!!! Acreditem que é uma diferença enorme! ;-)

E por outro lado gostei de voltar a casa com o meu marido porque é a casa que escolhemos, a casa que tem as nossas coisas e a casa onde temos sido felizes juntos. É a nossa "alegre casinha"!!!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Nova vida aos naperons

Menina que se preze não casa sem ter no seu enxoval uma mão cheia de naperons feitos (ou comprados) com todo o esmero e carinho pelas avós e tias-avós!... Mas o que é facto é que, actualmente, já não se usam os naperons como se usavam antigamente, no tempo das nossas avós e mães... Ele era em cima das mesinhas de cabeçeira, na cómoda, na mesa de jantar, em cima do fogão e até em cima da TV (esta última versão agora é mais difícil com os LCD, felizmente!).

Falando no meu caso, o meu enxoval vinha composto por várias destas peças, de todos os tamanhos, feitios e géneros (croché, bilros, etc) que estão numa gaveta sem utilidade. E é por isso que acho graça quando encontro novas formas bonitas e originais de utilizar e dar vida aos tradicionais naperons do tempo das nossas avós! Que têm muito valor pelo trabalho, cada vez mais raro, pelo valor estimativo, pela recordação.

Na Internet e em revistas de decoração encontram-se já muitas formas de reutilizar os ditos. Por exemplo no Country Living ensinam como transformar naperons em abat-jours, em caminhos de mesa (runners), em jarras os cestos.

Ficam alguns exemplos que encontrei. Podem aplicar-se em almofadas, como estes aqui (tem explicação).




No site Portuguese vintage também se podem encontrar algumas utilizações de naperons, como estas:






Também podem ser emoldurados (como estes, por exemplo) ou aplicados em vestidos...

As possibilidades são infinitas. É só pôr a imaginação a funcionar. Depois desta pesquisa e de ver várias ideias originais, vou de certeza olhar para a minha colecção de naperons de maneira diferente, pensando no seu enorme potencial.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A sonhar com as férias de Verão

Estou tão farta deste Inverno rigoroso de chuva, vento e frio, sem dias bonitos, que todos os dias sonho com dias de sol, com o despontar da Primavera, com passeios fora de casa e, principalmente, com as férias de Verão! E com isso lembrei-me de uma história para vos contar.

No nosso casamento, aproveitando um dos marcadores de mesa (que eram em forma de cubo, como se vê na foto), os nossos primos recolheram dinheiro para nós, noivos, usarmos na nossa lua-de-mel. Dinheiro esse que nos fez rir logo no dia seguinte pois resolvemos pagar o almoço com todos os trocos que tínhamos, parecia que tínhamos ido pedir para a porta da Igreja ou arrumar carros.


Depois do dinheiro gasto e de já estarmos de regresso a casa resolvemos que iríamos guardar aquela caixa como recordação e que, já agora, a usaríamos para o mesmo fim - mealheiro! E assim passou a ser o nosso "mini-fundo" para as férias. Ou seja, vamos lá pondo dinheiro ao longo do ano e quando chegam as férias de Verão esvaziamos e serve de dinheiro de "bolso", para pequenas despesas tipo cafés, gelados, etc...

É uma poupança que não custa nada, porque vamos pondo lá trocos sem dar por isso!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sopas da Bisavó II

Havia duas sopas que nunca tinha comido na vida e que o meu Pai falava muitas vezes que comia na infância, feitas pela minha Avó e, principalmente, pela minha Bisavó. No Verão fiz-lhe a sopa de feijão frade. E este fim-de-semana experimentei a de favas.



Não vi nenhuma receita e ele não me sabia dizer bem o que levava. Portanto eu inventei a minha própria receita e ficou boa. Acho que toda a gente gostou - incluindo a minha tia (irmã do meu Pai), que também convidei para ela recordar os sabores da infância.

A receita é a seguinte: 500 g de favas congeladas, 1 corgete, 1 cebola e 1 batata, sal e azeite a gosto. Tudo para dentro da Bimby com água pela altura máxima. 35 minutos, temperatura 100ºC, velocidade 1. Quando estiver cozida, bater 1 minuto na velocidade 7 e no fim juntar uns bagos de arroz.

A única crítica é que ele diz que a avó cozia sempre um pedaço de carne ou de chouriço ou qualquer coisa do género que desse sabor... Para a próxima posso tentar!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Mais feito por mim


E nunca mais recomeço...

Boa semana!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Do dia dos namorados...

De presente do dia dos namorados, eu ganhei do maridinho lindo uma smart box para fazer um workshop e ele recebeu bilhetes para irmos ver o Clube de comédia, no Auditório dos Oceanos.

Conclui-se que cada vez mais deixámos os presentes meramente materiais e tentamos oferecer experiências, memórias, aprendizagens, sensações... Porque essas não se estragam, não acabam e não passam de moda!
Agora preciso da vossa ajuda: das 58 opções de worshops, já optei por 2! :-) Mas a escolha agora é difícil: escrita criativa ou fotografia. Em qual votam?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Handmade by me




Já tinha falado aqui e aqui sobre peças de ponto cruz feitas por mim. E sobre a vontade de voltar a esta actividade. Até agora ainda não se proporcionou... Mas sinto vontade disso cada vez que ponho a uso alguma peça feita por mim.
É o caso deste conjunto de toalhas, com um desenho muito simples, pois deve ter sido das primeiras coisas que fiz, mas de que gosto bastante. Como só fiz toalhas de rosto e de bidé, costumo coordená-las com toalhões azuis e gosto do resultado.

Aliás, tenho vários conjuntos em que conjugo desta forma (toalhões diferentes das toalhas) e outros conjuntos em que conjugo o meu toalhão e o do maridinho de cores diferentes. Acho que fica giro e pouco monótono.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Jeune fille au sapin

Figura do Natal alsaciano, que comprei em 2003 ou 2004, nas duas viagens que fiz por aquelas bandas nos Verões.

Nas pequenas vilas alsacianas há lojas dedicadas só a decorações de natal, abertas todo o ano. Têm coisas lindas e algumas tão delicadas!... E eu, em cada ano, comprei pequenas recordações, mas só este ano é que me lembrei de as ir procurar à casa dos meus pais e de as incluir na decoração da nossa alegre casinha!

Esta menina já está pendurada e lembra-nos que o Natal está quase a chegar! É tempo dos últimos preparativos!